Penseira: Bacia de pedra rasa, com entalhes estranhos na borda, runas e símbolos. É um recipiente que serve para guardar pensamentos os quais ocupam muito espaço na cabeça de alguém.

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Demorei um tempo pra entender todos os sentimentos que estão se passando dentro de mim nestes Jogos Olímpicos do Rio 2016, mas acho que só depois de ouvir o nosso grande hino nacional na Medalha de Ouro do vôlei foi que toda a emoção acumulada tomou conta de mim..

Emoção de poder ter ido conferir com todo o medo de não dar conta por causa do ano passado, emoção de ter feito parte da torcida que os conduziu a essa final quando assisti Brasil e Argentina nas Quartas de Final, emoção de sentir a vibração do meu namorado recém formado, desacreditado da profissão e da carreira frente a tantas dificuldades a grande emoção de poderá fazer parte desse sonho de viver uma competição olímpica no quintal de casa.. Cidade Maravilhosa.. Bênção do Cristo Redentor!

Me faltam palavras de tanta emoção..

Só consigo chorar e acreditar que a sementinha foi plantada e com fé em Deus, no esporte e na minha profissão, o esporte mudará mais vidas do que daqueles que ali competiam..

Vidas como de Rafaela Silva que aprendeu seu esporte na favela, dos meninos da ginastica que já tiraram dinheiro do bolso pra pagar os custos do esporte e tantos outros exemplos..

Mas sem esquecer das dificuldades que gente como a seleção feminina de futebol enfrenta como a falta de apoio e financiamento que só é investido no futebol masculino. Não sou ninguém para desmerecer o trabalho deles, mas existem muitas potencias e belezas que nosso pais não vê e não conhece e meu papel como futura Profissional de Educa é estampar esses talentos na cara do brasileiro pra gente vibrar, cantar, festejar e apoiar seja ele da nosso pais, ou um companheiro refugiado!

Viva o esporte!

Viva ao Brasil!

Viva as Olimpíadas!

Viva ao nosso mundão!

Porque já bem diz o slogan desse jogos: “Um novo mundo” e é isso que espero para os meus sobrinhos, filhos, netos..

Juntos somos um. Juntos somos o time Brasil!!


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No fundo, eu bem sabia que esse seria um ano muito difícil na minha vida, muito difícil meeeeesmo. E nem vou ficar falando “olha, mais foi mais do que o imaginado”, mentira, porque eu sabia que teria que enfrentar várias barras.

E mesmo chorosa, com medo, e posso até dizer que, um pouco desacreditada, eu posso dizer com todas as letras que PASSEI, SOBREVIVI, CONSEGUI, JÁ ERA.

Como todo ano na nossa vida, o próximo será de renovações, mas não aquelas de começo de ano que você promete emagrecer, aprender uma nova língua ou enfim se declarar pro crush. É aquele ano de MAIS renovações pessoais, mais desafios, mais escolhas pra tomar e mais diversidades encontrar.

Agradeço imensamente por tudo que vivi, desde aquele roubo na minha conta (sim, gente, roubaram a minha conta), até a queda da gata (que me custou vários rins) e a quebra do banheiro de casa (custou os rins de pessoas que trafiquei – ZUEIRA), porque apesar do medo de poder viver isso de novo, no fundo do meu coração cheio de buraquinhos, eu sei que não passarei por isso de novo porque aprendi a lidar com tudo isso.

Aprendi a observar melhor, conversar melhor, desabafar, cuidar das coisas e principalmente, aprendi a respeitar o espaço do outro.

Esse ano foi uma barra mesmo, porque além de ser o primeiro ano longe de casa, aprendi a morar com quem eu amo, e olha, não é fácil, a convivência é muito diferente do que se imagina, mas foi ótimo porque aprendi a ver o jeito, defeitos e principalmente valorizar as qualidades que são muitas, pra poder cada dia mais fazer o melhor e o impossível para tudo ficar bem.

Aprendi a calar a boca na hora que precisa calar, abrir a boca pra dar um chacoalhão e acolher nos momentos difíceis e nos fáceis também, porque carinho não se mede, carinho e amor são as coisas mais puras do coração e devem ser distribuídas a rodo. Rsrs

Agradeça a esse ano você também, foi difícil pra todos, mas enfim passamos, e podemos vir muito mais maduros para o próximo e com certeza muito mais leves, porque já temos bagagem suficientes pra dizer “OLHA, ja passei por isso e uufa, superei”.

sdfcs

Feliz 2016

PS: Vinicius, desculpa as ansiedades e medos. Eu te amo e quero passar mais e mais anos novos com você.


  
Como esse ditado faz sentido nesse exato momento..

Como nós ainda queremos controlar a nossa vida? Porque queremos fazer tudo do nosso jeito sendo que sabemos que NUNCA SERÁ?  Qual a necessidade de se fazer sofrer por algo que vc sabe qual o fim (porque no fundo, no fundo, vc sabe como terminará)?

Sei que não estou numa das ninjas melhores fases, mas sempre fiquei me perguntando a todo tempo do porquê estar acontecendo tudo isso, no quanto é injusto e que estou sofrendo demais pra pouco resultado. Poxa! Não estou tão mal assim.. Existem e já existiram situações piores, pra que tanto drama??

Preciso voltar a curtir as pequenas coisas, mas bem pequenas mesmo que me ajudaram em fases bem piores.

Tenho ai, férias lindas pra descansar e por a cabeça em ordem (sem pressão), tenho a universidade que sempre quis e lutei tanto pra isso (mesmo sabendo da possível greve), tenho sobrinhos lindos que estão vindo ai com muito amor e alegria pra dar (sim, são gêmeos e casal ainda, pra mimar mais) e tenho um namorado maravilhoso que sempre está presente, seja nas horas boas e ruins.

Pra que fazer drama por algumas dificuldades? Não consegui sobreviver até aqui? Então pronto! Para de drama, levanta essa cabeça e BORÁ GAROTA!

Faça acontecer que as coisas boas irão voltar a fluir..

Como já dizia Peter Pan “pensamentos ruins te põem pra baixo. Pense em coisas boas que você irá voar”!!!


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Nem chegamos em dezembro ainda, mas acho que já consigo fazer aquele post de encerramento de ano com alguma moral no fundo.
Esse ano foi turbulentissimo, com muitas doenças, fraturas, lágrimas, urticárias, muita bronca, muita decepção e muitos momentos de solidão também, mas sem dúvida foi um ano de descoberta FASCINANTE!!
E pensando em descobertas, percebo que é possível sim, sermos mais de uma pessoa ao mesmo tempo.
Fui a aluna: aquela volta maluca aos estudos para quem sabe um futuro melhor, com um pouco mais de aprendizado teórico e pra vida, com muita tensão, cafeína e sono..
Bailarina: ou não também, porque se já tive algum ano de altos e baixos, esse foi da estratosfera pro magma em segundos, com uns pequenos momentos de glória, para um nada completo, sem aulas, sem professor, sem a vontade de dançar, pra uma saudade maluca e beirando a lágrimas.
Filha: se é que pude tentar ser, porque nem tinha tempo pra mim direito, imagina pra poder dar a atenção digna pra família, e como foi ruim..
Namorada: sempre aos fins de semana, pois era o único momento da semana que não pensava em nada e tentava focar na felicidade em meio a tantas turbulências..
Professora: do ponto de achar que cinco anos dando aula era algo relevante, mas descobri que não sei nada de nada da vida e quanto mais vivo, mais aprendo…
Fora as outras faces mais curtas, mas não menos importantes que me rodearam, assombraram e alegraram o ano de 2014.
Muuuuuitas dificuldades e uma necessidade avassaladora de sair de tudo, mas estou aqui, firme, mas nem tão forte, esperando que dezembro acabe e o fim de janeiro traga boas notícias pra alavancar a vida maluca outra vez.


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Hoje a moda é ter “””depressão”””, mas diante de tanta coisa que já passou por mim e tanta coisa que já superei e tive que agüentar, acho que hoje tive o insight que precisava pra voltar a superar meus obstáculos como antes!
Acho que hoje em dia, as pessoas não “digerem” mais as coisas, elas não “mastigam” dia a dia pensando em melhorar e acabam descontando na primeira coisa que vêm, ou falando com aquele amigo mais ou menos por whatsapp, ou pior ainda, descarregam com frases sem sentido e uma foto nada a ver nas redes sociais.
A inclusão digital fez as pessoas ficarem dependendo das redes sociais pra se sentirem completas e superar as dificuldades, mas é justamente o contrário, porque quanto mais você se expõe, pior fica o modo como você deve encarar as suas coisas.
O mundo precisa se voltar um pouco a si mesmo, as horas em claro olhando pro teto e ouvindo uma música mais pra digerir tudo! Mas digerir mesmo, e não vomitar pra quem não tá nem aí pra você..



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