Penseira: Bacia de pedra rasa, com entalhes estranhos na borda, runas e símbolos. É um recipiente que serve para guardar pensamentos os quais ocupam muito espaço na cabeça de alguém.

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Descobri que meu propósito é conhecer coisas novas, viajar, vivenciar coisas diferentes pra poder multiplicar da maneira que posso…

Deve ser por isso que um dia quis ser professora: pra ensinar o outro o que sei.

Quis ser bióloga: para descobrir o que esse mundão tem de diferente na natureza.

Quis ser publicitária: pra desenvolver novas idéias sobre tudo e todos.

Quis ser jornalista: pra poder conhecer um pouco de tudo e compartilhar a minha visão sobre.

Quis ser diplomata: pra descobrir as diferentes culturas do mundo e lutar por elas.

Quis ser bailarina: pra descobrir o poder transformador da arte e propagar pelo mundo.

Quis ser profissional de educação física: pra poder aprender sobre o poder do nosso corpo e do nosso organismo e propagar o quanto somos e podemos ser fortes em qualquer aspecto. Seja pelo esporte, seja pela saúde.

O que vier na minha vida hoje, é lucro, porque através do que escolhi quero ser conhecedora e compartilhadora de conhecimento.

Quero, através do que vier na minha vida, conhecer o mundo e as culturas que estão por ai.

Quero, através do que vier na minha vida, experimentar coisas novas.

Quero, através do que vier na minha vida, viver o mundo com ele é.

E não preciso de uma profissão especifica para isso, pois eu jurava que precisaria.

Basta eu ser quem eu sou e ter expertise para desenvolver um trabalho que me proporcione propaga-lo dessa maneira.

 

Taí minha última reflexão com 24 anos de idade…

Deixei de ser uma jovem adulta e estou me tornando uma adulta de fato, com responsabilidades, novos sonhos e novas realidades para a minha vida.

Então vou ali buscar meus novos objetivos.

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Demorei um tempo pra entender todos os sentimentos que estão se passando dentro de mim nestes Jogos Olímpicos do Rio 2016, mas acho que só depois de ouvir o nosso grande hino nacional na Medalha de Ouro do vôlei foi que toda a emoção acumulada tomou conta de mim..

Emoção de poder ter ido conferir com todo o medo de não dar conta por causa do ano passado, emoção de ter feito parte da torcida que os conduziu a essa final quando assisti Brasil e Argentina nas Quartas de Final, emoção de sentir a vibração do meu namorado recém formado, desacreditado da profissão e da carreira frente a tantas dificuldades a grande emoção de poderá fazer parte desse sonho de viver uma competição olímpica no quintal de casa.. Cidade Maravilhosa.. Bênção do Cristo Redentor!

Me faltam palavras de tanta emoção..

Só consigo chorar e acreditar que a sementinha foi plantada e com fé em Deus, no esporte e na minha profissão, o esporte mudará mais vidas do que daqueles que ali competiam..

Vidas como de Rafaela Silva que aprendeu seu esporte na favela, dos meninos da ginastica que já tiraram dinheiro do bolso pra pagar os custos do esporte e tantos outros exemplos..

Mas sem esquecer das dificuldades que gente como a seleção feminina de futebol enfrenta como a falta de apoio e financiamento que só é investido no futebol masculino. Não sou ninguém para desmerecer o trabalho deles, mas existem muitas potencias e belezas que nosso pais não vê e não conhece e meu papel como futura Profissional de Educa é estampar esses talentos na cara do brasileiro pra gente vibrar, cantar, festejar e apoiar seja ele da nosso pais, ou um companheiro refugiado!

Viva o esporte!

Viva ao Brasil!

Viva as Olimpíadas!

Viva ao nosso mundão!

Porque já bem diz o slogan desse jogos: “Um novo mundo” e é isso que espero para os meus sobrinhos, filhos, netos..

Juntos somos um. Juntos somos o time Brasil!!


 

Interessante como meses podem mudar sua vida. Podem mudar seu modo de encarar as coisas e podem mudar atitudes suas.

Posso dizer que a um ano começava um dos piores semestres da minha vida. Semestre com muito estresse, muito chororo, muita ansiedade e horas sem dormir, mas diante de tudo isso, percebi que não merecia e não devia me comportar desse jeito, pois só me definharia mais, sabendo que esse começo de ano seria mais hard ainda com a faculdade.

Foi então que passei férias medianas de verão meditando sobre como iria lidar com toda essa bagunça que seria “o pior semestre da faculdade” segundo os veteranos.

E foi aí que me deu o start.. 

Vou me estressar e procurar ser perfeita em tudo? Não!

Vou me matar sem dormir e ter merrecas de notas? Não!

Vou desrespeitar colegas e xingar sem previsão? Não!

E aí que o baque foi maior.. Quem eu achava que iria me apoiar, na verdade me apunhalou e me fez enxergar verdades que nunca poderia ter enxergado antes.

Doeu? Claro que doeu, mas através disso tudo que estou aqui hoje, plena, satisfeita e muito mais ágil e consciente da minha vida.

Falta uma semana para que a loucura comece novamente. Pode ser que eu não mantenha o feeling do último semestre e possa enlouquecer um pouco, mas aprendi a me organizar, fazer o que posso e o melhor… Respeitar o tempo!

Diante disso, posso afirmar que tive as melhores três semanas de férias da minha vida!

Vi e curti MUITO meus sobrinhos, dormi e descansei bastante, terminei de ler dois livros e to caminhando pro meio de um terceiro, terminei duas series, vi mais de 10 bons filmes e melhor… Realizei coisas inimagináveis e sonhos de criança como ver a tocha olímpica e acompanhar o lançamento mundial de pertinho da saga que mais amo no mundo junto de quem eu amo!

Estou plena e satisfeita com as coisas que tive que viver dentro desse um ano e espero poder aproveitar mais e mais essas oportunidades, sejam boas – que trazem sorrisos -, sejam ruins – que trazem aprendizado.


Por Lucas Salles 

Às vezes parece que a maior dificuldade que temos na vida é encontrar algo que nos motive a viver. Eu, que só tenho meus vinte e dois anos, já me sinto cansado.

Não cansado de viver, mas cansado de encontrar tanto problema em viver e nenhuma solução (motivação). E olha que eu não crio problema. Eu só encontro. Se eu criasse problemas, seria, de fato, um problema meu. Mas a única coisa que eu faço para ter esses problemas é viver. Basta viver para ter milhões de coisas com que se preocupar.

E o mundo não coopera muito, né? Cada vez mais a dificuldade de “dar certo” aumenta, cada vez mais tributos e impostos surgem, cada vez mais a insegurança nos amedronta… 

Tá difícil pra quem quer viver. E não estou falando da situação econômica/política/de falta de segurança que estamos vivendo. Não. Tô falando da dificuldade que temos cada vez que abrimos os olhos pela manhã. É óbvio que fazer um texto reclamando sobre a dificuldade não faz com que a própria dificuldade desapareça. Mas, na minha opinião, alguns (eu, principalmente) precisam escrever para não explodirem em sua própria tristeza/depressão momentânea.

“Mas, que dificuldades são essas?”. A dificuldade de não ter mais um pai/mãe do seu lado, a dificuldade de não conseguir um novo (e único) amor, a dificuldade de não conseguir andar com os próprios pés, a dificuldade de aceitar uma traição (seja ela qual for), a dificuldade de se adaptar a uma nova realidade, a dificuldade de conseguir um estágio novo, a dificuldade de conseguir dinheiro para viver, a dificuldade de não saber o que acontecerá amanhã, a dificuldade de saber que ainda falta muito para que algumas coisas que você quer aconteçam, a dificuldade de se criar, a dificuldade de não ter amigos, a dificuldade de não chorar com o filme Forrest Gump, a dificuldade de saber que talvez você tenha feito “algumas” coisas erradas, a dificuldade de não ter seu trabalho reconhecido, a dificuldade de não ter Deus sorrindo para você, a dificuldade de não conseguir engravidar, a dificuldade de não conseguir mais ouvir a palavra “não”…

Eu não queria que as coisas fossem mais fáceis. Não. Assim não teria graça. Só queria que as pessoas fossem mais simples. Por que, no fundo, no fundo, quem complica o mundo somos nós, seres humanos metidos a inteligentes. Todo mundo aqui é burro. Burro pra caralho. Se algum de nós fosse inteligente, estaria morando em Marte. 

Todos nós, seres humanos egoístas e maldosos, somos uns idiotas em relação a vida. Complicamos cada passo que damos. Quando achamos que estamos próximos da felicidade absoluta, na verdade, estamos mais longe da realidade. Nós nos alimentamos de ilusão. E o pior: nós gostamos disso.

Se houvesse um jeito mais simples de viver, independente do dinheiro, do político e da polícia que anda pelas ruas, eu escolheria essa vida. Só para experimentar. Imagine como está a situação para quem não tem como/não sabe escrever. Se a escrita tem o poder de libertar, ela deveria ser regra na vida de todos nós. Um “vício” disfarçado de “hábito”.

Não sei se é a posição dos planetas que faz a gente se sentir assim, nem sei se é a falta de um rockeiro depressivo para representar nossos sentimentos numa música, mas sei que falta algo que nos motive. Urgentemente. Algo que nos faça lembrar que estamos vivos. Temos paixão, Disney, Nutella, mas, mesmo assim, falta algo que nos lembre do nosso real propósito na Terra. Viver. E, é claro, ser feliz. Ou pelo menos morrer tentando.


A realidade da vida adulta me pegou de jeito. Me sacudiu, me pôs na parede e me deu tapas. Tapas de responsabilidade, cobranças, decisões, medos, anseios e achei que tudo bem, faz parte se tornar adulto e tomar conta de sua vida.

Mas me peguei num momento bem crítico de pensamento que me fez refletir um bocado sobre o que é ser adulto e o que é ser evoluído.

Percebi que não tenho mais sonhos, e os sonhos que tinha, a realidade os afastou, me fazendo pensar que estão muito longe no momento, pois preciso resolver meus “problemas”…

Percebi que não consigo pensar numa grande coisa para se realizar, porque a vida me bateu tanto que fiquei fria, com medos demais pra se pensar em fazer algo grande…

Percebi que já “estou velha demais” pra sonhar, porque já já estou com 30 anos é preciso de uma vida estável nos dias de hoje.

No pensamento parece que está tudo certo não é? Que a vida é assim mesmo e terei que fazer tudo isso conforme planejado.

Mas, cara, não é isso!!!

Vocês não têm noção do quanto isso é tão triste.. 

É triste acordar por acordar, é triste passar o ano novo e pensar que será mais um ano na labuta, é triste pensar que não posso sonhar hoje em ir pra Disney, porque tenho uma faculdade pra terminar, é triste… Muito triste!

Onde estão os meus sonhos??

Onde estão os seus sonhos??

O que me move a alma?

O que te move a alma?

Crescer não é parar de sonhar, crescer é evoluir aprendendo com seus erros, APENAS. Não é preciso parar de sonhar, não é necessário!

Sonhar é viver!
Agora preciso ir em busca dos meus sonhos de adulta!

  


  
Não tem coisa mais difícil do que aceitar a gratidão. Aceitar que você poderia estar pior, mas não, Deus te abençoou pra enfrentar o que você está passando, porque sabe que tem capacidade pra isso.

Mas é muito difícil acreditar nisso e pensar que o perrengue pode passar, que apesar das pessoas não mudarem as duas cabeças, pelo menos esta ouviu o que o seu coração disse e pode TENTAR mudar.

Isso é possível! Isso pode mudar muita coisa sim!

É como um patrono.. Se sua vida tem muitos dementastes, convém a você criar o melhor patrono possível para afastar essa energia que suga sua felicidade!

Lembremos dos momentos mais felizes, das coisas que nos fazem bem, que o dementados vai embora!!!

É mais simples do que imaginamos, mas nossa lição de casa é praticar e praticar e praticar essas lembranças felizes!
Don’t let this magic dies!!


Uma confusão de pensamentos, junto com a confusão da vida alinhada com a frustração de 2014.  Ano que conseguiu ser péssimo até onde nem deveria sonhar ser, alimentando meu ódio até o último segundo, por pura falta de respiração.

Confusão tão grande, que até me impedia de começar a escrever, porque a mistura de sensações ruins e um resquício de esperança, me embananava a mente e me impedia de desabafar e utilizar essa “penseira”.

Ainda nem sei o que esperar desse ano… Alguns resquícios do último, com muitos problemas a resolver, muita dor para sentir, muito ódio carregado, mas ainda sim uma esperança la no fundo de dias melhores, e claro, a sensação de aprendizado do que passou. Mesmo apanhando, ainda consegui sobreviver…

Novas chances vêm ai, seja a chance de finalmente ingressar numa faculdade e mudar de vida, seja mudar minha rotina mais uma vez para tentar de novo, mas agora com a sabedoria dos meus limites, perspectivas de erros e finalmente uma respiração para seguir em frente.

Falando em respiração, foi justamente ela que não senti durante o último ano, parecia tudo corrido, não ouvia, não sentia, não vivia… Tudo foi, como um furacão! Pesado, rápido e que deixou muito estrago.

Graças a Deus, tenho a sabedoria de olhar pra trás e reconhecer meus erros e teimosias, porque só elas que me fizeram chegar em patamares jamais alcançados. Graças a Deus, hoje detecto o que me atrapalhou e como posso correr olhando pra frente, sem perder as esperanças e as energias.

Creio que tudo isso que ainda me atrapalha, é a falta de disciplina de acordar firme, arregaçar as mangas e voltar a ter a determinação que sempre tive e ainda tem lá no fundo do meu peito.

Determinação, garra, força de vontade, carinho, amor, amizade… Qualidades que sempre tive, mas fui perdendo aos poucos pelo cansaço, por extrapolar limites e por puro descuido.

Se me arrependo? Claro! Poderia ter feito tudo melhor, poderia ter feito tudo BEM feito, mas já passou, e não me resta mais choramingar. Me resta ter esperanças de dias melhores.

E por um acaso da vida, arrumando minhas músicas, me lembrei da FANTASTICA Florence And The Machine com a sua “Dog Days Are Over”, porque sempre temos os nossos dias de cão, mas com fé.. Eles vão passar!

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