Penseira: Bacia de pedra rasa, com entalhes estranhos na borda, runas e símbolos. É um recipiente que serve para guardar pensamentos os quais ocupam muito espaço na cabeça de alguém.

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São tempos dificeis para os sonhadores, já dizia Amelie Poulain e hoje amanhecemos com uma notícia que mexerá muito com os sonhos de todos nós brasileiros. A aprovação da PEC 55, a PEC da morte.

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Não sou muito engajada com política, mas depois que minha faculdade foi ocupada em protesto a esse congelamento de VINTE FUCKING ANOS dos gastos com educação (a qual me incluo como universitária de uma instituição pública), assistência social e saúde, não pude não me agonizar com o que poderá acontecer nos próximos anos.

Em meio as promessas de fim de ano, não consigo nem me posicionar favorável de que boas coisas estão vindo. Como disse “são tempos difíceis para os sonhadores”, mas ainda como uma grande sonhadora e esperançosa, vou torcer para que esses tempos de trevas políticas, sirvam para fazer com que o brasileiro possa refletir melhor sobre seu espaço e seu próximo.

Através desse post, peço que todos nós mentalizemos luz e paz para o ano que irá iniciar, para que as perdas que estão previstas, sejam revistas e melhor trabalhadas para que todos possamos sair bem dessa fase difícil e consigamos ganhos muito maiores através da percepção do que esta nos rondando.

Claro que deveríamos ter evitado tudo isso nas eleições e blablabla que todos os “mimizentos” falam, mas agora que ta tudo feito, vamos mentalizar energias positivas, porque existe sim uma corrente do bem e se cada um fizer sua parte mesmo que seja no plano espiritual, podemos reverter essa energia negativa que esta rondando.

Até porque o ano de 2016, segundo a numerologia, é um ano 9 (2+0+1+6=9). Um ano de fim, de conclusões, para um novo tempo.

Então se vamos viver um novo tempo, vamos construir com muita luz e paz para os nossos filhos e netos!

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Fomos pegos de surpresa que após JK Rowling ter batido o pé afirmando que Harry Potter acabou em “Reliquias da Morte”, no ano passado fomos informados que haveria uma peça de teatro contando a história pós Voldemort.

E claro, como fã avida que sou, esperei ansiosa pelo desfecho que ela poderia dar a um Harry, Rony e Hermione, pais, adultos e trabalhadores do mundo mágico.

Mas ao ler Cursed Child, confesso que me peguei bem decepcionada com o rumo que a história se tornou.

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Sabemos que o roteiro da peça não é totalmente escrito pela JK e só quem é muito fã acaba por realmente notar que de fato, ali não tem a mão dela.

“Ahh mas ela aprovou”, sim. Mas de fato não tem dedo dela ali.

Falas estranhas, discursos melosos, um Harry imaturo e insensível com o filho… Esse é o Harry que conhecemos mesmo?

Malfoy admitindo solidão e dizendo o quanto é difícil ser ele.. HAM?? Em que mundo mágico estamos??

Claro que existem momentos que vemos a cara dela no meio, quando relemos discursos de Dumbledore ou passagens reais da saga original, mas infelizmente, tenho que admitir que a história me lembra as fanfics que brincávamos de criar.

Não consegui engolir o desfecho final da história e me dói acreditar que aconteceu o que aconteceu, porque nunca imaginei JK Rowling deixar que a história terminasse assim…

“Ahh mas a peça é diferente”, sim.. Não vou mentir que ler um roteiro é completamente diferente de ler um romance. Até porque quem viu a peça, diz que os efeitos são realmente mágicos e fascinantes, em conjunto com uma trilha linda e atuação fantástica dos personagens.

Mas conhecendo o mundo Potter real, bem sabemos que esses efeitos impressionam tanto, que o espectador esquece do desfecho real e mergulha na magia dos palcos.

Tive amigos que me confessaram que por vários momentos, fingiram que não ouviram a história para se maravilhar nos efeitos, mas que agora, analisando bem a história, não é um feito digno de JK Rowling.

Não estou dizendo que o livro/peça é ruim e etc, até porque ver o mundo mágico de volta é maravilhoso, mas não consigo ver a história como uma continuação real de Harry Potter.

Não chega aos pés da genialidade de Rowling. Não me prendeu como me prendia antes. Não me fez me apaixonar pelos personagens..

 

Ao contrário de “Animais Fantásticos e onde Habitam”.

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Ela

“Não vai te deixar entender a coisa toda de sorrir pro mundo e reclamar que anda sozinha.” – Daniel Bovolento

Imagem de girl, sweater, and vintage

Curiosamente estava num momento bem bad desse meu início de férias em que me vi sozinha, sem amigos, sem roles e coisas que pessoas da minha idade normalmente fazem, ainda mais depois do sonho que tive que estava numa festança, cheia de amigos, cheia de sorrisos e cheia de vida, mas me encontrei em casa, no frio, sozinha e silenciosa.

Já estava acreditando que minha vida é uma droga e que nunca fico satisfeita com nada, pois sempre acharei pelo em ovo, mas depois dessa frase percebi que sou assim mesmo.

Uma pessoa sempre em busca de alguma coisa, e mesmo em busca, que sempre quer achar o fim da linha, sempre quer conclusões e resultados, mesmo diante de tanta indecisão que é a minha vida.

Isso responde minha grande inquietação de não saber o que eu quero da vida. 23 anos na costas, quase dois anos de faculdade e só quero realizar meus sonhos infantis de conhecer a Disney, ir pra Londres e quem sabe casar com Daniel Radcliffe.

Mas por mais infantil e estranho, essa sou eu… A velha que parece criança, que age como adolescente e tem pensamento mais adulto do que parece.

São muitos eus pra administrar e me encontro sempre confusa, mas isso faz parte de mim, e no fim das contas eu só quero um colo pra chamar de meu no fim do dia, mas que esse mesmo colo me puxe os cabelos e beije meu pescoço forte nos momentos de mais intensidade.

Dificil lidar comigo? Sei bem como é, mas acho que é esse meu encanto.
Me descobrir sempre e sempre…

 


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Estou num emaranhado de emoções depois de vivenciar essa primeira semana efetiva de aula.

Muitas novidades, muitas situações já antigas, mas uma sede muito grande fazer o melhor para não cometer erros do passado.

E essa sexta, parece que o universo conspirou pra consumar meus pensamentos e minhas vontades desse ano.

Depois de uma grande “bronca” – diria mais um choque de realidade – pude relembrar o porquê escolhi fazer tudo isso. O porque escolhi o melhor, e o porquê de estar num lugar como a Unifesp.

É luta constante. São novos horizontes socando a sua porta e muitos paradigmas também, e como quebra-los? Apenas sendo o melhor, apenas efetivando o que você está lá para fazer..

Pareceu cruel falar sobre frieza e calculismo dentro da sala de aula, mas infelizmente sofremos esse tipo de “ameaça” constantemente na nossa vida e no mercado de trabalho.

Pra que ser bonzinho o tempo todo sendo que no fim das contas o mais experiente e o mais esperto (pela inteligência e competência) toma o seu lugar? E você vai fazer o que? Chorar? Reclamar? Espernear?

A única solução para que você faça a diferença e mostre o para que veio, é simplesmente fazendo de fato e com vontade o que você precisa fazer.

Então pode ser que esse ano abandone um pouco esse meu espacinho pra poder estudar de maneira decente tudo o que não estudei ano passado pelo simples fato de procrastinar sempre, sendo que poderia ter dado o meu melhor de maneira mais eficiente, sem sufoco.

Bora lá então!



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