Penseira: Bacia de pedra rasa, com entalhes estranhos na borda, runas e símbolos. É um recipiente que serve para guardar pensamentos os quais ocupam muito espaço na cabeça de alguém.

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… honestamente… Bem singelo!

Meu maiores sonhos hoje, são simplesmente uma vida minimamente sossegada. Onde eu tenha reconhecimento do meu trabalho, mas muito trabalho também, o possível de estabilidade financeira pra poder ter uma vida digna e espaço pra viver uma vida leve.

Quero me ver no futuro, com uma casa ou apartamento que simplesmente tenha uma varanda e uma rede, porque nos domingos, quando eu sentar pra pensar na semana e na vida, eu possa ter um mínimo de vento leve batendo no rosto nessa varanda.

Mas não quero só essa leveza toda, quero trabalho também! Quero poder fazer um bom trabalho naquilo que amo, e dando tudo de mim pra poder entregar ao público um bom serviço e a consequência, será um salário decente.

Quero poder viajar, mesmo que a trabalho, pra poder cruzar informações, cruzar fronteias do conhecimento, mas também conhecer culturas e opiniões diferentes da minha que me ajudarão a me compor uma pessoa vivida.

Quero poder espalhar o que sei e aprimorar sempre, porque acredito que um bom profissional nunca para, sempre estuda e sempre tem dúvidas de tudo e sobre tudo, com sede de conhecimento e muita curiosidade.

Quero poder sorrir o máximo possível, e nos momentos sérios, ter a frieza e sensatez para não cair na vibe ruim e saber levantar de modo digno quando as coisas saírem do controle (porque elas sempre saem e sempre irão sair, senão a vida seria monótona demais).

E mesmo com todo o trabalho e todo o momento de paz, quero estar com quem eu amo e que essas pessoas que eu amo, estejam felizes também, porque felicidade boa, é felicidade compartilhada.

 

No fim das contas, não to afim de um final de filme com casamento, casa luxuosa e viagens infinitas pelo mundo.. No final das contas eu só quero é ser feliz e grata!

Summer breaks

PS: iniciativa de texto por conta o livro “O Poder da Coragem”.

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Descobri que meu propósito é conhecer coisas novas, viajar, vivenciar coisas diferentes pra poder multiplicar da maneira que posso…

Deve ser por isso que um dia quis ser professora: pra ensinar o outro o que sei.

Quis ser bióloga: para descobrir o que esse mundão tem de diferente na natureza.

Quis ser publicitária: pra desenvolver novas idéias sobre tudo e todos.

Quis ser jornalista: pra poder conhecer um pouco de tudo e compartilhar a minha visão sobre.

Quis ser diplomata: pra descobrir as diferentes culturas do mundo e lutar por elas.

Quis ser bailarina: pra descobrir o poder transformador da arte e propagar pelo mundo.

Quis ser profissional de educação física: pra poder aprender sobre o poder do nosso corpo e do nosso organismo e propagar o quanto somos e podemos ser fortes em qualquer aspecto. Seja pelo esporte, seja pela saúde.

O que vier na minha vida hoje, é lucro, porque através do que escolhi quero ser conhecedora e compartilhadora de conhecimento.

Quero, através do que vier na minha vida, conhecer o mundo e as culturas que estão por ai.

Quero, através do que vier na minha vida, experimentar coisas novas.

Quero, através do que vier na minha vida, viver o mundo com ele é.

E não preciso de uma profissão especifica para isso, pois eu jurava que precisaria.

Basta eu ser quem eu sou e ter expertise para desenvolver um trabalho que me proporcione propaga-lo dessa maneira.

 

Taí minha última reflexão com 24 anos de idade…

Deixei de ser uma jovem adulta e estou me tornando uma adulta de fato, com responsabilidades, novos sonhos e novas realidades para a minha vida.

Então vou ali buscar meus novos objetivos.



Sempre que eu ouvia a frase “The worst things in life come free to us” da música The A Team do Ed Sheeran me via num paradoxo sobre como as coisas ruins vem de graça para nós, mas que não devemos pensar que essas coisas ruins acontecem fácil demais nas nossas vidas.

Mas creio que agora tive um insight quanto a essa passagem..

Acho que sim, as coisas ruins vem de graça para nós, mas se as coisas boas também viessem de graça, não teria o sentimento de gratidão tão profundo, porque a maior grandeza das coisas boas da vida é a forma como a conquistamos.

Aprendi essa grande lição hoje em meio a mais um caos de minha vida universitária. 

Todos dizem que é “a melhor fase da vida”, mas desculpe, não é a minha não!!

Porém, estou aprendendo a ser grata e a compreender que as coisas boas tem custo, que devemos lutar para que elas aconteçam, mas além de lutar, temos que ser resilientes e pacientes com as coisas da vida, pois só assim, quando a vitória chegar, sentiremos o doce sabor da conquista, da realização e do sucesso.
Então, agora, ao analisar que “as coisas ruins vem de graça para nós”, vejo que as coisas boas vem a nós com o preço da gratidão, do perdão, do amor e da resiliência. 

Portanto, confia que dá certo!



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