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O que de fato é o amor e como descobri-lo?

Passamos a adolescência dizendo que não vivemos sem nossos primeiros namoricos e nossos ídolos que juramos por Deus e por nossa mãe muitas vezes que vamos casar com eles, mesmo dizendo que depois da primeira desilusão amorosa afirmamos que não queremos mais saber de amor.

Mais velhos, achamos que o amor é complexo demais e que o amor é sublime demais pra ser qualquer um e acabamos amando menos, além de não nos amar.

Quanto mais vivo e mais cresço, percebo que o amor está nas coisas mais pequenas e simples, como um abraço mais apertado de uma criança, um elogio “bobinho” da sua avó e um olhar mais carinhoso do seu amor.

Eu… Não sei se sei o que é o amor de verdade, mas acho que pela primeira vez sinto que estou sendo amada… Não é um “Eu te amo”, nem mimos, mas a preocupação, o cuidado, o carinho e até mesmo um pedido de desculpas.

E não estou dizendo de amor em relacionamentos, mas no amor de mãe, de irmão, de professor. Cada pequeno detalhe, fazendo meu dia e minha vida muito melhor.

Ouvi uma frase uma vez que “o ser humano pode querer ter tudo, mas no fundo , ele só quer ser amado” e é verdade!

Tem coisa melhor do que dormir de conchinha no frio?

De receber um sms da sua mãe dizendo que te admira?

As lagrimas de sua irmã te vendo crescer?

E o agradecimento de seus alunos pelo seu trabalho..?

Se tiver coisa melhor que isso, eu quero pra mim, mas a vida com amor não precisa de perguntas e respostas, só precisa ser aproveitada.

Por MochileiradeAllStar

AGORA OLHA QUE ENGRAÇADO O TEXTO QUE LI NO BLOG ENTENDA OS HOMENS UM DIA DEPOIS DE TER ESCRITO ESSE!
“O amor, sentimento idolatrado, venerado, mas em sua essência pouco compreendido. É como uma questão matemática, a maioria das pessoas está interessada em resolver o problema, ao invés de compreendê-lo.
O amor não é avassalador muito menos imprevisível. Ele é confluente, elaborado, sereno, libertador, silencioso e como um legítimo sapato de couro precisa ser laceado para acomodar-se ao par de pés que os calçam.
Não existe amor pleno sem ranhuras, sem infiltrações, sem o nosso anfitrião: tempo.
O amor não cria cercas, o amor é um estágio de sentimento muito mais multifacetado do que um simples eu te amo dito ao despedir-se rente a porta de casa. A profundidade desse sentimento é infindável. Milhares de pensadores discorrendo dissertações intrínsecas sobre ele, para hoje em pleno século vinte um ele ser resumido a um simples e subsequente beijo de carnaval. Talvez eu seja retrógrado mas ainda seleciono esses dizeres com toda a minha sensatez antes de arcar com os arrependimentos previstos na jurisdição da minha consciência.
O amor é uma palavra que para cada um tem um significado e principalmente uma intensidade. E assim cada um de nós escolhe a hora em nossas vidas que decide o matar. Matamos por medo, por proteção, por incompreensão, por descrédito ou até por simples massa de manobra de um desapego na maioria das vezes antilógico. Apesar dessas fechaduras, às vezes compreensíveis, fico esperançoso que não seja tarde para desfibrila-lo.
Por fim acredito que o amor seja tudo isso e mais um pouco que ainda não aprendi, até porque a minha vida perderia a graça caso eu conseguisse definir genuinamente o amor.”
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